Neste Quiz irei mostrar um trecho de una música e vocês tentarão acertar a pergunta, quem acertar ganhará um LIKE no comentário e um parabéns, esse será fácil:
[..]"Por que é que tem que ser assim?
Se o meu desejo não tem fim
Eu te quero a todo instante
Nem mil auto-falantes
Vão poder falar por mim"[...]
Pergunta: Qual o nome da música?
a) Eu Sem Você
b) Fico Assim Sem Você
c) Eu Sei Que Vou Te Amar
d) É Por Amor
Coloque a alternativa que você acha nos comentários, e boa sorte. :)
Neste blog, você irá ver postagens das músicas e seu cantores do século XX e XXI.
quarta-feira, 25 de abril de 2018
segunda-feira, 16 de abril de 2018
Letra de música de "Planeta Água"
Por Guilherme Arantes
Água que nasce na fonte serena do mundo
E que abre um profundo grotão
Água que faz inocente riacho
E deságua na corrente do ribeirão
E que abre um profundo grotão
Água que faz inocente riacho
E deságua na corrente do ribeirão
Águas escuras dos rios
Que levam a fertilidade ao sertão
Águas que banham aldeias
E matam a sede da população
Que levam a fertilidade ao sertão
Águas que banham aldeias
E matam a sede da população
Águas que caem das pedras
No véu das cascatas, ronco de trovão
E depois dormem tranquilas
No leito dos lagos
No véu das cascatas, ronco de trovão
E depois dormem tranquilas
No leito dos lagos
Água dos igarapés
Onde Iara, a mãe d'água
É misteriosa canção
Água que o sol evapora
Pro céu vai embora
Virar nuvens de algodão
Onde Iara, a mãe d'água
É misteriosa canção
Água que o sol evapora
Pro céu vai embora
Virar nuvens de algodão
Gotas de água da chuva
Alegre arco-íris sobre a plantação
Gotas de água da chuva
Tão tristes, são lágrimas na inundação
Alegre arco-íris sobre a plantação
Gotas de água da chuva
Tão tristes, são lágrimas na inundação
Águas que movem moinhos
São as mesmas águas que encharcam o chão
E sempre voltam humildes
Pro fundo da terra
Pro fundo da terra
São as mesmas águas que encharcam o chão
E sempre voltam humildes
Pro fundo da terra
Pro fundo da terra
Terra! Planeta Água
Terra! Planeta Água
Terra! Planeta Água
Terra! Planeta Água
Terra! Planeta Água
Água que nasce na fonte serena do mundo
E que abre um profundo grotão
Água que faz inocente riacho
E deságua na corrente do ribeirão
E que abre um profundo grotão
Água que faz inocente riacho
E deságua na corrente do ribeirão
Águas escuras dos rios
Que levam a fertilidade ao sertão
Águas que banham aldeias
E matam a sede da população
Que levam a fertilidade ao sertão
Águas que banham aldeias
E matam a sede da população
Águas que movem moinhos
São as mesmas águas que encharcam o chão
E sempre voltam humildes
Pro fundo da terra
Pro fundo da terra
São as mesmas águas que encharcam o chão
E sempre voltam humildes
Pro fundo da terra
Pro fundo da terra
Terra! Planeta Água
Terra! Planeta Água
Terra! Planeta Água
Terra! Planeta Água
Terra! Planeta Água
Terra! Planeta Água
Terra! Planeta Água
Terra! Planeta Água
Terra! Planeta Água
Terra! Planeta Água
Biografia de Guilherme Arantes (Resumo)
"Nasci ao meio-dia e quinze do dia 28 de Julho de 1953, em São Paulo, na Pro Matre (bairro da Bela Vista). Leão, com ascendente em Escorpião e a Lua sozinha e carente em Peixes. Fui criado em Santo Amaro (que eu chamo de Santo Amaro da Poluição - antítese da Santo Amaro da Purificação de Caetano, Bethânia e sua talentosa família). Morava numa boa casa de arquitetura moderna pra época - mas nada de esnobe - meus pais sempre foram "low-profile", muito trabalhadores. Dr. Gelson, médico-cirurgião, e Dona Hebe, bibliotecária e tradutora foram pais rigorosos, em especial com o único filho homem.
Tenho duas irmãs, a Ana Cristina, mais velha que eu um ano e dois meses, professora de Educação Física, e a Heloisa, mais nova que eu nove anos, médica. Estudei no primário no Alberto Conte, em Santo Amaro, e o ginásio no legendário Vocacional do Brooklyn.
Com o AI-5 houve uma intervenção na escola, e minha mãe preferiu que eu fosse para o Roosevelt, na Liberdade, terminar o ginásio e fazer o Colegial. No segundo ano do colegial fui "convidado" pelo diretor a sair, pois estava muito delinqüente. Guerras de ovos, brigas, desordens aconteciam todos os dias...
Realmente, exceto no primário, quando tirei notas altas (evidente, D. Hebe fazia as lições junto), nunca fui aluno brilhante porque era palhaço demais em todas as classes. Peitava professores, vivia dando gargalhadas altas e sendo expulso da sala, sempre muito palhaço, mas no final me dava bem estudando um ano em um mês.
De piano, fui péssimo aluno, jamais passei das Invenções a duas vozes de Bach, que aliás adoro. Em Santo Amaro, tive como professora particular a Dona Joanita e depois, já morando no Jardim Paulista, tive outros dois professores, o Helio e o Gorga, todos esforçados, mas era inútil - eu era dispersivo e indisciplinado.
Uma vez, tirei de ouvido uma peça difícil de Haendel, o "Harmonious Blacksmith", apenas escutando o vinil com o cravo da Wanda Landowska, e fui, cara-de-pau, fazer de conta que havia estudado pela partitura. D. Joanita percebeu que na mudança de página eu continuei a tocar, sem virar a folha. Pronto. Fui desmascarado no ato - me lembro disso com carinho. Eu passava as férias em Santos, Praia Grande, Campos do Jordão, mas principalmente em Araraquara, com minha querida avó Iracema e meu avô Luiz, advogado do IAPI.
Foi uma infância feliz, com muito sorvete, cinema, soltando pipa e jogando bola (meio perna de pau) - era bom de carrinho de rolimã. Meu pai teve um papel determinante na minha formação musical, tocando seu violão brasileiro (tocava super bem, numa linguagem do "regional" tradicional, com sambas, sambas-canção, chorinhos). Também foi ele quem sempre levou discos pra casa, da bossa-nova aos Beatles, constantemente antenado nas novidades. Pois não fomos dos primeiros no bairro a ter um "Hi Fi" – uma vitrola estereofônica, a última palavra...
Aos seis anos eu já tocava um cavaquinho, presente de um Natal, e mais tarde um bandolim. Depois fui encaminhado por meus pais a estudar piano, por volta dos seis anos, quando eles compraram um Kastner de armário, muito bom por sinal, fabricado pela Pianofatura Paulista, com máquina alemã, o que seria mais tarde chamado de Fritz Dobbert... A música sempre soou dentro de minha cabeça, como se houvesse um radinho ali sempre ligado. Talvez por isso em nunca consegui (e ainda não consigo) ficar ouvindo muitos discos. Menino, eu ficava ouvindo música e pensando como deveria ser bom ser aquela figura oculta, o COMPOSITOR, aquele que bola a música, que gera o sinal inicial, o fundamento...
Claro que alguns discos foram exaustivamente ouvidos ao longo da minha vida, e eu enumeraria aqui: o vinil "Chega de Saudade", de João Gilberto, com "Bim Bom" do outro lado, é o campeão absoluto; Edu Lobo com o Samba Trio, Baden Powell e tantos outros da Gravadora Elenco de Aloysio de Oliveira; Elis e Tom (aliás o Tom é meu Rei absolutíssimo), muito Taiguara, muito Chico, Caetano, Gil, muito Milton, Lô Borges e o maravilhoso movimento de Minas. Dos internacionais, Glenn Miller, Ray Charles, Beatles, Stones, Santana, Steppenwolf, The Who, Yes, Genesis, Emerson, Lake & Palmer, Clapton, Faces com Rod Stewart, Gentle Giant, Hendrix, Vangelis solo e em seu Aphrodide´s Child e o grupo progressivo italiano Le Orme são os que mais me recordo. A década de 60 foi riquíssima, é impossível não estar aqui sendo injusto com alguma coisa...
Eu dei uma encurtada pois é muito grande, se ficou interessado e quer ver mais sobre esse cantor acesse esse site: https://www.letras.com.br/biografia/guilherme-arantes
quarta-feira, 11 de abril de 2018
Letra de música "Brasil"
Agora o cantor Cazuza, da música "brasil", aproveitem
Quero ver quem paga
Pra gente ficar assim
Brasil!
Qual é o teu negócio?
O nome do teu sócio?
Confia em mim
Brasil
Cazuza
Não me convidaram
Pra esta festa pobre
Que os homens armaram
Pra me convencer
A pagar sem ver
Toda essa droga
Que já vem malhada
Antes de eu nascer
Pra esta festa pobre
Que os homens armaram
Pra me convencer
A pagar sem ver
Toda essa droga
Que já vem malhada
Antes de eu nascer
Não me ofereceram
Nem um cigarro
Fiquei na porta
Estacionando os carros
Não me elegeram
Chefe de nada
O meu cartão de crédito
É uma navalha
Nem um cigarro
Fiquei na porta
Estacionando os carros
Não me elegeram
Chefe de nada
O meu cartão de crédito
É uma navalha
Brasil!
Mostra tua cara
Mostra tua cara
Pra gente ficar assim
Brasil!
Qual é o teu negócio?
O nome do teu sócio?
Confia em mim
Não me convidaram
Pra essa festa pobre
Que os homens armaram
Pra me convencer
A pagar sem ver
Toda essa droga
Que já vem malhada
Antes de eu nascer
Pra essa festa pobre
Que os homens armaram
Pra me convencer
A pagar sem ver
Toda essa droga
Que já vem malhada
Antes de eu nascer
Não me sortearam
A garota do Fantástico
Não me subornaram
Será que é o meu fim?
Ver TV a cores
Na taba de um índio
Programada
Prá só dizer "sim, sim"
A garota do Fantástico
Não me subornaram
Será que é o meu fim?
Ver TV a cores
Na taba de um índio
Programada
Prá só dizer "sim, sim"
Brasil!
Mostra a tua cara
Quero ver quem paga
Pra gente ficar assim
Brasil!
Qual é o teu negócio?
O nome do teu sócio?
Confia em mim
Mostra a tua cara
Quero ver quem paga
Pra gente ficar assim
Brasil!
Qual é o teu negócio?
O nome do teu sócio?
Confia em mim
Grande pátria
Desimportante
Em nenhum instante
Eu vou te trair
Não, não vou te trair
Desimportante
Em nenhum instante
Eu vou te trair
Não, não vou te trair
Brasil!
Mostra a tua cara
Quero ver quem paga
Pra gente ficar assim
Brasil!
Qual é o teu negócio?
O nome do teu sócio?
Confia em mim
Mostra a tua cara
Quero ver quem paga
Pra gente ficar assim
Brasil!
Qual é o teu negócio?
O nome do teu sócio?
Confia em mim
Brasil!
Mostra a tua cara
Quero ver quem paga
Pra gente ficar assim
Brasil!
Qual é o teu negócio?
O nome do teu sócio?
Confia em mim
Mostra a tua cara
Quero ver quem paga
Pra gente ficar assim
Brasil!
Qual é o teu negócio?
O nome do teu sócio?
Confia em mim
Confia em mim
Brasil!
Brasil!
Letra de Música "O Maior Vilão Sou Eu"
Agora a letra da música da cantora Sarah Beatriz, da música "O Maior Vilão Sou Eu", aproveitem.
Bem diferente das histórias que eu ouvi
Que, diferente das histórias de TV
Na minha história, Cristo é o mocinho
Na vida real, o maior vilão sou eu
O Maior Vilão Sou Eu
Sarah Beatriz
Bem diferente das histórias que eu ouvi
A minha história teve um começo no fim
Quando o inferno pensou ter vencido
Jesus tomou a chave que me fez cativo
Quando o inferno pensou ter vencido
Jesus tomou a chave que me fez cativo
E esse amor perfeito me fez entender
Na minha história, Cristo é o mocinho
Na vida real, o maior vilão sou eu
Ganhar o mundo e perder a mim!
Estar no caminho e não chegar ao fim
Na minha luta do meu eu contra mim mesmo
Os meus gigantes são os meus próprios desejos
Estar no caminho e não chegar ao fim
Na minha luta do meu eu contra mim mesmo
Os meus gigantes são os meus próprios desejos
E o que sai contamina mais do que entrou
Só Deus sabe o perigo de um homem sem amor
Só Deus sabe o perigo de um homem sem amor
Olhar pra cruz é como olhar para um espelho
Reflete a glória que revela os meus defeitos
Na vida real, o maior vilão sou eu!
Reflete a glória que revela os meus defeitos
Na vida real, o maior vilão sou eu!
Letra de música de "Eduardo e Mônica"
Neste blog irei disponibilizar uma letra de música de cada cantor postado,começando com Legião urbana da música "Eduardo e Mônica". aproveitem a letra.
E o Eduardo, meio tonto, só pensava em ir pra casa
É quase duas, eu vou me ferrar
Eduardo e Mõnica
Legião Urbana
Quem um dia irá dizer
Que existe razão
Nas coisas feitas pelo coração?
E quem irá dizer
Que não existe razão?
Que existe razão
Nas coisas feitas pelo coração?
E quem irá dizer
Que não existe razão?
Eduardo abriu os olhos, mas não quis se levantar
Ficou deitado e viu que horas eram
Enquanto Mônica tomava um conhaque
No outro canto da cidade, como eles disseram
Ficou deitado e viu que horas eram
Enquanto Mônica tomava um conhaque
No outro canto da cidade, como eles disseram
Eduardo e Mônica um dia se encontraram sem querer
E conversaram muito mesmo pra tentar se conhecer
Um carinha do cursinho do Eduardo que disse
Tem uma festa legal, e a gente quer se divertir
E conversaram muito mesmo pra tentar se conhecer
Um carinha do cursinho do Eduardo que disse
Tem uma festa legal, e a gente quer se divertir
Festa estranha, com gente esquisita
Eu não tô legal, não aguento mais birita
E a Mônica riu, e quis saber um pouco mais
Sobre o boyzinho que tentava impressionar
Eu não tô legal, não aguento mais birita
E a Mônica riu, e quis saber um pouco mais
Sobre o boyzinho que tentava impressionar
É quase duas, eu vou me ferrar
Eduardo e Mônica trocaram telefone
Depois telefonaram e decidiram se encontrar
O Eduardo sugeriu uma lanchonete
Mas a Mônica queria ver o filme do Godard
Depois telefonaram e decidiram se encontrar
O Eduardo sugeriu uma lanchonete
Mas a Mônica queria ver o filme do Godard
Se encontraram, então, no parque da cidade
A Mônica de moto e o Eduardo de camelo
O Eduardo achou estranho e melhor não comentar
Mas a menina tinha tinta no cabelo
A Mônica de moto e o Eduardo de camelo
O Eduardo achou estranho e melhor não comentar
Mas a menina tinha tinta no cabelo
Eduardo e Mônica eram nada parecidos
Ela era de Leão e ele tinha dezesseis
Ela fazia Medicina e falava alemão
E ele ainda nas aulinhas de inglês
Ela era de Leão e ele tinha dezesseis
Ela fazia Medicina e falava alemão
E ele ainda nas aulinhas de inglês
Ela gostava do Bandeira e do Bauhaus
Van Gogh e dos Mutantes, de Caetano e de Rimbaud
E o Eduardo gostava de novela
E jogava futebol de botão com seu avô
Van Gogh e dos Mutantes, de Caetano e de Rimbaud
E o Eduardo gostava de novela
E jogava futebol de botão com seu avô
Ela falava coisas sobre o Planalto Central
Também magia e meditação
E o Eduardo ainda tava no esquema
Escola, cinema, clube, televisão
Também magia e meditação
E o Eduardo ainda tava no esquema
Escola, cinema, clube, televisão
E mesmo com tudo diferente, veio mesmo, de repente
Uma vontade de se ver
E os dois se encontravam todo dia
E a vontade crescia, como tinha de ser
Uma vontade de se ver
E os dois se encontravam todo dia
E a vontade crescia, como tinha de ser
Eduardo e Mônica fizeram natação, fotografia
Teatro, artesanato, e foram viajar
A Mônica explicava pro Eduardo
Coisas sobre o céu, a terra, a água e o ar
Teatro, artesanato, e foram viajar
A Mônica explicava pro Eduardo
Coisas sobre o céu, a terra, a água e o ar
Ele aprendeu a beber, deixou o cabelo crescer
E decidiu trabalhar (não!)
E ela se formou no mesmo mês
Que ele passou no vestibular
E decidiu trabalhar (não!)
E ela se formou no mesmo mês
Que ele passou no vestibular
E os dois comemoraram juntos
E também brigaram juntos muitas vezes depois
E todo mundo diz que ele completa ela
E vice-versa, que nem feijão com arroz
E também brigaram juntos muitas vezes depois
E todo mundo diz que ele completa ela
E vice-versa, que nem feijão com arroz
Construíram uma casa há uns dois anos atrás
Mais ou menos quando os gêmeos vieram
Batalharam grana, seguraram legal
A barra mais pesada que tiveram
Mais ou menos quando os gêmeos vieram
Batalharam grana, seguraram legal
A barra mais pesada que tiveram
Eduardo e Mônica voltaram pra Brasília
E a nossa amizade dá saudade no verão
Só que nessas férias, não vão viajar
Porque o filhinho do Eduardo tá de recuperação
E a nossa amizade dá saudade no verão
Só que nessas férias, não vão viajar
Porque o filhinho do Eduardo tá de recuperação
E quem um dia irá dizer
Que existe razão
Nas coisas feitas pelo coração?
E quem irá dizer
Que não existe razão?
Que existe razão
Nas coisas feitas pelo coração?
E quem irá dizer
Que não existe razão?
Sarah Beatriz
Uma menina que já passou por muitas lutas e dificuldades, mas nunca desistiu de ser quem Deus prometeu que seria. É assim que a cantora Sarah Beatriz se autodefine em um dos vídeos publicados em seu canal no YouTube, que tem cerca de 200 mil inscritos e um total de visualizações que ultrapassa a marca de 7 milhões.
Além do sucesso na maior rede de compartilhamento de vídeos do mundo, a representatividade da jovem no Facebook também chama a atenção, afinal, são mais de 500 mil seguidores. Toda essa repercussão despertou a curiosidade da produção do programa Domingo Show, apresentado por Geraldo Luís na Rede Record.
Em julho de 2016, Sarah participou do quadro Um sonho de domingo. Ela recebeu a equipe do programa em casa e foi surpreendida com a visita do cantor Anderson Freire, sua referência na área musical. Na ocasião, a jovem ainda ganhou uma mobília para o quatro que divide com os irmãos e foi convidada para cantar no palco do programa.
De família humilde, Sarah foi abandonada pelo pai ainda criança e criada apenas pela mãe, que não tinha familiares no Rio de Janeiro e trabalhava como empregada doméstica para sustentar cinco filhos. “Nunca me esquecerei de onde Deus me tirou. Cheguei a passar fome, mas nunca perdi a esperança de que, um dia, as promessas de Deus se cumpririam em minha vida”, lembra a cantora.
Criada em um lar evangélico, a jovem, hoje com 19 anos, começou a cantar aos cinco anos de idade no grupo de crianças da igreja. Sem recursos financeiros e nenhum estudo na área musical, acreditou tão somente no dom de Deus para encantar o país com sua voz forte e impressionante.
“Há mais ou menos dois anos, conversando com uma amiga, decidimos gravar um vídeo meu cantando, depois postamos na Internet. A repercussão foi tanta que me incentivou a continuar”, explica Sarah, referindo-se ao vídeo Eu estou contigo, que ultrapassou a marca de 2 milhões de visualizações no Facebook.
Agora, Sarah está colhendo os frutos da sua confiança inabalável em Deus. O primeiro CD tem o título bem sugestivo: Basta acreditar. A produção musical ficou a cargo de Rogério Vieira, profissional renomado que acumula cinco
premiações e 12 indicações ao Grammy Latino, um dos maiores eventos da indústria musical no mundo.
No repertório, 12 faixas no estilo pop congregacional, com uma pitada de black e rock. As músicas falam sobre o amor de Deus, mudança interior e o poder sobrenatural da fé, levando o ouvinte a uma autorreflexão sobre as suas escolhas e a importância da comunhão com Deus. Sarah assina quatro faixas do CD, as demais ficaram por conta do produtor, dos cantores Anderson Freire e Pr. Lucas, dos compositores Bob Jonathan e Abdiel Arsênio, e do Missionário R. R. Soares.
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